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FORMAÇÃO AVANÇADA EM DIREITO | Corpo docente internacional é trunfo nos LL.M. da Católica

Friday, February 25, 2022 - 17:34
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O Jornal Económico

Programas da Católica Global School of Law estão cada vez mais internacionais. Tito Rendas, diretor executivo, diz que a Escola procura trazer todos os anos professores reputados e mais de metade dos alunos são já estrangeiros.

 
É já uma tradição. Na Católica Global School of Law, o International Open Day serve para dar aos participantes um “aperitivo” daquilo que podem esperar dos programas
de LL.M.: aulas interativas, dedicadas a áreas de ponta do Direito e lecionadas por alguns dos maiores especialistas do mundo nas mesmas.

 
O Open Day decorreu esta terça-feira e contou com intervenções da direção da Escola, de alumni e atuais alunos. A aula aberta foi ministrada por Miguel Poiares
Maduro, diretor da Católica GlobalnSchool of Law, e teve como tema “Is the EU in a New Constitutional Moment?” Dias antes, a Católica tinha voltado a receber de
braços abertos o prestigiado professor Joseph Weiler, distinguido pela Universidade com o grau de Doutor Honoris Causa, em reconhecimento pelo contributo dado
à sua internacionalização na área do Direito.
 
São três os Legum Magister ministrados na Católica Global School of Law: LL.M. Law in a European and Global Context, LL.M. International Business Law e LL.M. Law in a Digital Economy.
Todos atraem anualmente professores de grande reputação internacional. O facto é, aliás, um dos seus principais atrativos. “Damos acesso aos nossos alunos, em Lisboa, aos melhores professores que eles poderiam ter em qualquer lugar do
mundo”, afirma Tito Rendas, diretor executivo da Católica Global School of Law, ao Jornal Económico.

Entre as instituições de origem dos elementos do corpo docente estão universidades como Harvard, NYU, London School of Economics, Oxford e Sciences Po. “São professores capazes de dar aos nossos alunos uma experiência em sala de aula única: uma experiência interativa e dialógica, em que os alunos são constantemente
chamados a participar e a debater entre eles e com o docente”, explica Tito Rendas.
Esclarece que esta lógica de todos os anos procurar trazer novos nomes à Católica é para manter no futuro. Este ano, por exemplo, lecionou pela primeira vez nos programas da Católica Global School of Law Allan Rosas, ex-juiz do Tribunal de Justiça da União Europeia, e Eleonora Rosati, uma das mais influentes personalidades mundiais na área da Propriedade Intelectual.
 
“Procuraremos também inovar em duas outras frentes, respondendo a necessidades crescentes do mercado. A primeira passa por um reforço da nossa oferta em matéria de ‘soft skills’”, salienta Tito Tendas. Para além dos seminários que os programas oferecem há vários anos, entre os quais Leadership, Negotiation e Strategic Decision- Making, o plano curricular do próximo ano contará com uma nova unidade em Data Science for Lawyers. A segunda consistirá na criação de “minors” em alguns dos programas de LL.M., permitindo aos alunos obter uma maior especialização em determinadas áreas, como Human Rights ou Sports Law.
 
Numa perspetiva de curto prazo, Tito Rendas revela ao JE que em termos de captação de alunos, o objetivo fundamental para o ano académico 2022/2023 é promover um aumento da diversidade geográfica das candidaturas.
Desde a sua fundação, a Católica Global School of Law já recebeu alunos de cerca de 50 nacionalidades e pretende chegar a mais geografias.
“Temos sido muito bem sucedidos na atração de alunos de algumas regiões do globo, como a Europa Central e do Norte, mas queremos afirmar-nos também
noutras, como a América do Sul e a Ásia”, adianta.

 

Um ano típico dos programas de LL.M. da Católica Global School of Law conta com 50% de alunos estrangeiros. A Covid-19 e as restrições que impôs no mundo inteiro
alteraram este percurso, mas a normalidade já foi reposta, conforma explica Tito Rendas: “como seria de esperar, no primeiro ano da crise pandémica registámos um
decréscimo na proporção de candidatos estrangeiros, mas rapidamente regressámos aos números habituais: este ano, entre os três programas de LL.M., a percentagem de alunos estrangeiros é de 51%”.
 
Olhando para os próximos anos, o diretor executivo da Católica Global School of Law fala-nos das metas e objetivos a atingir: aumentar não só “a heterogeneidade geográfica das candidaturas”, mas também que as “turmas sejam consistentemente
compostas por uma maioria expressiva de alunos estrangeiros”.
 
Ao longo deste semestre, a Católica Global School of Law abrirá as suas portas a vários eventos “Meet the Team”, que permitirão ficar a conhecer melhor os programas, esclarecer dúvidas que tenham surgido aos participantes e interagir
com membros da equipa.